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Outubro Rosa: importância da prevenção do câncer de mama

O câncer de mama é o tipo de tumor maligno mais prevalente entre as mulheres. Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a cada ano do triênio 2020-2022, mais de 66 mil novos casos serão diagnosticados. Por se tratar de uma doença que é ainda é cercada de estigmas e preconceitos, muitas pacientes deixam de fazer a prevenção necessária e, com isso, acabam descobrindo a doença em estágios mais avançados, quando já não existe mais cura.

Inclusive, é importante frisar que as taxas de cura podem chegar a 95%, quando o câncer de mama é descoberto em suas fases iniciais. Por esses e outros motivos, todos os anos o mês de outubro ganha a cor rosa, de forma a conscientizar a todos sobre a importância desse cuidado com a saúde.

Em 2020, o tema do Outubro Rosa é “quanto antes, melhor”, o qual tem justamente o objetivo de promover a conscientização sobre a importância do auto exame, da realização das consultas e exames, bem como de buscar auxílio médico na ocorrência de nódulos e outros sintomas que possam indicar a presença de tumores.

Quais os fatores de risco para o câncer de mama?

O primeiro ponto a ser desmistificado sobre o câncer de mama é que não se trata de uma doença causada somente por componentes genéticos, como é o caso da mulheres que têm familiares com histórico da doença. Esses casos existem, no entanto representam entre 5% a 10% de todos os diagnósticos.

Outros fatores de risco a serem considerados são tabagismo, uso de hormônios por tempo prolongado, obesidade, fumo e alcoolismo. Além disso, estudos apontam que esse tipo de tumor é mais frequente em mulheres que tiveram a primeira menstruação muito jovem e a menopausa tardia.

Como deve ser feita a prevenção da doença?

Não existe uma maneira de evitar a ocorrência do câncer de mama, todavia é possível fazer o diagnóstico precoce da doença. Isso deve ser feito por meio do auto exame, o qual é responsável pela descoberta de boa parte dos nódulos mamários, por meio do acompanhamento com mastologistas ou ginecologistas, realização de exames na periodicidade indicada pelos especialistas e algumas condutas relacionadas a comportamentos e hábitos.

Entre elas estão:

  • controlar o peso por meio de uma alimentação saudável;
  • praticar exercícios físicos com frequência;
  • evitar o cigarro e bebidas alcoólicas, já que não existem níveis seguros de consumo para ambos;
  • evitar o uso de hormônios por tempo prolongado.

Além disso, ao detectar quaisquer alterações na mama, como nódulos, vermelhidão, secreções, mudanças no aspecto da pele, bem como nódulos nas axilas, é fundamental procurar um especialista o quanto antes.

Como é feito o diagnóstico do câncer de mama?

O diagnóstico do câncer de mama é feito com base em alterações na mama ou em exames de rotina, como ultrassonografia mamária, mamografia e ressonância magnética, seguidos pela biópsia, a qual comprova a existência da doença.

Nos casos em que tumores malignos são descobertos, os especialistas solicitam uma série de exames que apontam o estágio do câncer, bem como o seu subtipo. Desse modo, é possível estabelecer um tratamento personalizado.

Inclusive, os tratamentos para o câncer de mama evoluíram de forma significativa nos últimos anos, e hoje englobam recursos como rastreamento genético e imunoterapia. Mas esses são assuntos para os próximos posts!

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