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Agosto Branco: mês de conscientização sobre o câncer de pulmão

O câncer de pulmão é o segundo mais comum no Brasil, atingindo homens e mulheres. Para você ter uma ideia, até o final de 2020 serão cerca de 30 mil diagnósticos de brasileiros com este tipo de tumor. Dados como esses levaram à criação do Agosto Branco, um mês de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença.

A boa notícia é que, a cada ano novos exames, tratamentos e protocolos médicos vêm surgindo, o que leva à altas taxas de cura e redução considerável dos riscos de recidiva da doença. Por isso é tão importante a realização de checkups frequentes e a procura por um médico no início da ocorrência de determinados sintomas. Com isso, o prognóstico certamente se torna muito mais favorável.

Acompanhe no post, que contou com a colaboração do oncologista clínico do Centro de Oncologia do Paraná, Dr. Bruno Batista, e saiba mais sobre esse importante assunto!

Quais os fatores de risco para o câncer de pulmão?

Quando se fala em câncer de pulmão, normalmente o que vem à mente é o tabagismo. De fato, fumar é o principal fator de risco para esse tipo de tumor. Estima-se que o cigarro aumenta em 40 vezes as chances de desenvolver a doença quando comparado a não fumantes.

Outros fatores são o fumo passivo, infecções pulmonares em repetição, deficiência e excesso de vitamina A, a poluição, a exposição à radiação e agentes ocupacionais diversos, como níquel e cromo, e histórico pessoal ou familiar.

Quais os principais sintomas da doença?

Assim como o ocorre com outros tipos de tumores, o câncer de pulmão normalmente não apresenta sintomas em seu estágio inicial, salvo exceções. Por isso a importância da prevenção e monitoramento constante da própria saúde.

Veja agora alguns sinais importantes para ficar atento:

  • tosse persistente;
  • rouquidão;
  • perda de peso ou apetite;
  • dor no peito;
  • falta de ar;
  • escarro com sangue;
  • bronquite ou pneumonia recorrentes;
  • cansaço ou sensação de fraqueza de forma frequente;
  • ritmo habitual da tosse com alterações nos fumantes.

Por mais que na maioria dos casos a presença desses e outros sintomas indiquem outras doenças menos graves, é imprescindível buscar auxílio médico assim que forem notados.

Como é feito o diagnóstico do câncer de pulmão?

O primeiro exame normalmente solicitado para a avaliação do pulmão é o raio-x do tórax. Caso seja detectada alguma alteração, o especialista indica uma tomografia computadorizada.

Outro exame realizado para auxiliar no diagnóstico da doença é a broncoscopia, uma endoscopia respiratória que avalia a árvore traqueabrônquica e, eventualmente, permite a biópsia. Essa, por sua vez, é fundamental para trazer a certeza sobre a patologia.

Depois de confirmado o câncer de pulmão, o próximo passo é realizar o estadiamento da doença, ou seja, avaliar se está restrito ao órgão ou disseminado a outras partes do corpo. Isso é feito por meio da realização de exames como cintilografia óssea e ressonância magnética. A partir desses dados é que os oncologistas clínicos e cirurgiões torácicos traçam o protocolo de tratamento.

Quais os tratamentos e principais inovações?

O tratamento do câncer de pulmão avançado foi um dos que mais evoluiu ao longo dos últimos 10 anos. Além de novos medicamentos quimioterápicos, surgiram terapias-alvo moleculares, imunoterapias e inibidores de angiongênese, capazes de promover uma melhor qualidade de vida e sobrevida aos pacientes.

Isso quer dizer que, ao contrário do que ocorria há alguns anos, o diagnóstico desse tipo de tumor hoje conta com armas modernas e cada vez mais eficazes contra a doença. No entanto, é fundamental que o paciente faça a sua parte e se cuide.

Esperamos que o nosso artigo tenha sido útil para você. O que acha de conscientizar os seus conhecidos sobre a prevenção do câncer de pulmão? Então compartilhe em suas redes sociais!

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